Inteligência artificial agora é pauta de produção, não experimento de laboratório. Times corporativos não perguntam mais se devem usar IA. A pergunta é como entregar funcionalidades de IA com segurança, manutenção sustentável, controle de custos e integração com sistemas existentes. É exatamente aí que Java virou vantagem estratégica. Durante anos, a conversa dominante de IA ficou centrada em notebooks Python, prototipagem rápida e velocidade de pesquisa. Essa história ainda importa na academia e na exploração inicial. Mas a realidade corporativa é outra. A maior parte das grandes empresas roda plataformas críticas na JVM. APIs centrais, motores transacionais, serviços de identidade,...
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